730 dias… pouco mais ou menos

Posted in Sem Categoria on 25/04/2016 by The Dude

os setecentos e trinta dias de hiato fazem TODA diferença na tentativa de se reescrever…

… ou não.

Por que somos Chapa 2?

Posted in Humanitário on 14/04/2014 by The Dude

Esclarecemos no texto abaixo os motivos que levaram os grevistas do Diário do Pará e Diário On Line a compor e apoiar a Chapa 2 – “Mudança Já! Sindicato é pra Lutar” na eleição 2014 no Sindicato do Jornalistas do Estado do Pará (Sinjor-PA).

De todo modo, reforçamos o nosso total respeito a opinião e escolha dos colegas da categoria.

>> Por que somos Chapa 2? <<

Os reflexos da Greve do Diário do Pará e DOL nos acompanham e nos guiam na construção de uma categoria forte e combativa, disposta a nunca mais se submeter aos desmandos e imposições arbitrárias dos patrões, que renegam direitos, descumprem deveres e debocham de movimentos legítimos.

A greve parou a engrenagem da opressão. Mas, acima de tudo, revigorou um sentimento: defender uma causa justa jamais seria (e jamais será) uma batalha vã. A Justiça comprova que estamos do lado certo, do lado ético da história. E por acreditar na nobreza de nossa causa, não desistimos em momento algum de nossa escolha. Não grevamos por capricho ou porque fomos convencidos por terceiros. Cruzamos os braços porque foi absolutamente necessário. Não nos restou saída quando a empresa fechou as portas do diálogo.

Nos bastidores sofremos com a conhecida inoperância da gestão do Sindicato dos Jornalistas do Estado Pará. A atual diretoria, que brada ser autora do movimento paredista, legitimou, sim, a greve, como frente que deve tomar uma entidade sindical. Porém pecou em inúmeros momentos, começando pelo cenário precedente, ilustrado pela total falta de fiscalização e diálogo com a categoria, aspectos estes que inquietaram um grupo de trabalhadores do Grupo RBA, o qual decidiu cobrar do sindicado alguma reação, que combatesse tantos absurdos trabalhistas praticados naquela empresa.

Outra falha extremamente sentida foi o silêncio diante de quatro diretores sindicais, que viraram as costas para a mobilização dos colegas jornalistas e simplesmente tomaram o lado dos patrões, em uma absurda inversão de valores. Até hoje a diretoria não fez qualquer pronunciamento público sobre a conduta desses “profissionais”, quando o correto, ao cumprir o estatuto da entidade, era submetê-los à Comissão de Ética e tirá-los dos cargos que ocupam. Além destas, houve outras falhas. Muitas. Que apenas o cerne do movimento poderia sentir. Houve situações em que foi preciso contornar erros cometidos pelos nossos representantes sindicais, sem que aquilo transparecesse à categoria, para que aquele momento de luta não perdesse força e união.

No pós-greve, a desatenção a muitos pontos importantes também incomodou. Embora tenha sido garantido o apoio jurídico aos 16 jornalistas até o momento demitidos, a gestão do sindicato não teve pulso firme e perspicácia para pressionar o cumprimento dos acordos assinados. Passaram-se dois meses até que os coletes à prova de balas chegassem, enfim, às mãos das equipes. Isto só ocorreu depois de insistentes apelos dos repórteres e até a recusa de muitos deles em ir para as ruas sem proteção laboral. O acordo que selou o fim da greve previa aquisição imediata do material. O mesmo se deu em relação às galochas e capas de chuva, que só vieram após longos seis meses. E mais: até hoje não se avançou na criação da comissão paritária, que discutiria a elaboração e implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários.

SILÊNCIO QUE FERE

Durante anos trabalhamos sem carteira assinada, enquanto diretores sindicais empregados no Grupo RBA, responsáveis por fiscalizar nossas condições de trabalho, nada fizeram para transformar esse quadro. Estagiários superexplorados, falta de segurança, de água potável, assédio moral, longas jornadas de trabalho e um contracheque imoral ao final do mês.

Sim, diretores sindicais assistiram a esse festival de absurdos de camarote, no seio da família Barbalho. Problemas comuns a outras redações e que sempre vitimaram jornalistas no Pará. No entanto, a Greve do Diário do Pará e Diário Online foi a única grande mobilização da categoria desde 1987. O que houve? Onde esteve o sindicato? Por que permitiu tantas irregularidades se arrastando por todo esse tempo? A omissão também uma grave forma de violência.

Nós, do coletivo de jornalistas formado a partir de todo este panorama, passamos a entender que a greve foi apenas o começo de uma luta a ser travada em todas as empresas onde ainda há desrespeito aos direitos do jornalista, como trabalhador, como cidadão. Para tanto, precisamos caminhar ao lado de pessoas que não abram mão desses direitos, dispostas a defendê-los com coragem, com atitude. Com ação, e não palavras ao vento.

Queremos um sindicato mais atuante, mais presente, independente dos patrões, voltado exclusivamente aos interesses da categoria que representa. Precisamos de uma entidade capaz de impedir a perpetuação de problemas tão simples e ao mesmo tempo tão crônicos no mercado de trabalho paraense. Um Sinjor-PA de braços dados com o jornalista das redações, das assessorias de comunicação, do interior do estado, de todos os âmbitos.

Precisamos da garantia de uma entidade disposta a nos defender de fato; de um sindicato pronto para reivindicar nossos direitos, que vigie e fiscalize. É um esforço necessário para evitar novos extremos e as demissões em retaliação aos grevistas.

A direção do Sinjor-PA não fez a greve, como insiste em afirmar. Apoiar o trabalhador é dever do sindicato, que cumpriu sua obrigação de respeitar uma decisão tomada em assembleia geral.

Não vamos desmerecer a legitimidade sindical dada à mobilização. Seremos eternamente gratos por cada palavra de força, por cada abraço apertado, por cada voto de esperança e certeza de nossas conquistas, por cada gesto dedicado ao fortalecimento de uma luta que sim, é de todos nós. A discordância está na falta de pulso e empenho da direção que deveria nos representar. Contudo, não nos sentimos representados. E sabemos que muitos colegas também não se sentem.

A incompatibilidade não nos impediu de dialogar com a atual gestão sindical. Em todo esse processo, amadurecemos a ideia de que o Sinjor é da categoria, independente de quem o comanda. Aprendemos com setembro que a ação traz resultados.

Por todo o exposto, nos aliarmos ao coletivo de jornalistas ‘Luta, Fenaj!’, formado por pessoas que conhecemos e dialogamos durante o contexto da greve. Formamos a Chapa 2 com eles e demais profissionais com os mesmos objetivos.

Encontramos nesse grupo a representatividade que procurávamos, além de espaço para fortalecer e aprimorar nossos ideais. Oito participantes da greve integram a chapa, sem contar os que apoiam. Gente com ânimo, vontade, garra, desejo de mudança e que acredita na construção de um Sinjor-PA forte e combativo – como todo sindicato deveria ser. Construímos a Chapa 2, porque queremos mudança. A luta por direitos tem que ser presente. Tem que ser rotina. Para que o futuro mais justo e digno não seja só promessa.

Coletivo de Jornalistas em Luta

Dia de Luta II

Posted in Humanitário on 04/02/2014 by The Dude

Pelo direito à greve

Justiça do Trabalho julga demissões no grupo RBA, da família Barbalho. Sentença será proferida em nova audiência no dia 6 de março, na 5ª Vara do Trabalho de Belém

Ocorreu nesta segunda-feira, 3, na 5ª Vara do Trabalho de Belém, a audiência referente à ação de reintegração e indenização por danos morais dos jornalistas Amanda Aguiar, Felipe Melo, Cris Paiva e Adison Ferrera, demitidos pelo Grupo Rede Brasil Amazônia de Comunicação em função da greve. A ação foi ajuizada pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA). A primeira audiência ocorreu no dia 17 de dezembro de 2013, quando a assessoria jurídica do grupo apresentou um volume de documentos que levou a um ‘pedido de vista’ do processo, para que o material pudesse ser analisado.

Para Felipe Melo, a expectativa dos jornalistas demitidos é que a empresa seja punida por desrespeitar a legislação, visto que o direito de greve é assegurado aos trabalhadores. “Vamos continuar lutando por nossos direitos. Precisamos dar um basta nessa política de repressão corporativista e intimidadora nos setores de trabalho”, afirmou.

Participaram a secretária-geral do Sinjor, Enize Vidigal e o assessor jurídico do sindicato, André Serrão, que considerou muito positiva a audiência, presidida pela juíza Zuíla Lima Dutra. Ele reiterou que as demissões configuram retaliações e perseguição aos trabalhadores que participaram da greve organizada como parte da campanha Jornalista Vale Mais, lançada pelo Sinjor.

Uma nova audiência no dia 06 de março encerra o processo.

“Todas as partes e as testemunhas já prestaram seus depoimentos e os documentos também já foram juntados nos autos. O sindicato e a empresa têm de protocolar até a véspera da audiência as razões finais. Eles [prepostos e testemunhas do grupo RBA] confessaram diversas das situações que estão sendo discutidas no processo. Estamos otimistas”, concluiu Serrão.

DISPENSADOS NA RECEPÇÃO

O grupo RBA já demitiu oito jornalistas. O caso mais recente foi o da editora Yorranna Oliveira, dispensada na portaria da empresa no dia 8 de janeiro, quando chegava para cumprir mais um dia de trabalho. Como nas demissões anteriores, a jornalista foi submetida à assinatura dos documentos na recepção, em uma situação humilhante.

A empresa afirma que as demissões vêm ocorrendo em uma “sala anexa” à recepção do prédio. Quem já visitou a sede do grupo sabe que essa sala não existe. Vídeos gravados pelos trabalhadores no momento das demissões mostram que os grevistas são dispensados em plena portaria, geralmente em meio à troca de turnos. No dia 3 de janeiro, as jornalistas Edmê Gomes (Diário) e Daniele Brabo (DOL) foram demitidas da mesma forma constrangedora.

UM SETEMBRO HISTÓRICO

A greve dos jornalistas do Diário do Pará, Portal Diário Online e TV RBA, no final de setembro, durou uma semana. O acordo entre o Sinjor-PA e o Grupo RBA, que viabilizou o retorno ao trabalho, assegurou a elevação do piso salarial da categoria de R$ 1.000,00 para R$ 1.300,00 a partir do dia 1º de outubro e nova atualização para R$ 1.500,00 em abril de 2014. Assegurou, também, a estabilidade no emprego por 45 dias e o pagamento dos dias parados. Os grevistas também garantiram equipamentos de segurança, como coletes à prova de balas para equipes que cobrem a editoria de polícia e a distribuição de botas, capas e guarda-chuvas para todos os jornalistas da empresa. Até agora, só os coletes foram distribuídos.

*Com Ascom/Sinjor Pará

Dia de Luta I

Posted in Humanitário on 03/02/2014 by The Dude

Três de fevereiro: um dia de luta para os jornalistas

Rede Brasil Amazônia de Comunicação, grupo da família Barbalho, já demitiu oito profissionais que ajudaram a organizar greve histórica em setembro, no Pará. Justiça do Trabalho julgará demissões nesta segunda-feira

Será realizada nesta segunda-feira (03), às 8h20, a audiência que julgará a ação coletiva de reintegração e indenização por assédio moral movida pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA) contra o Grupo RBA, de propriedade da família Barbalho. A audiência estava marcada para o dia 17 de dezembro de 2013. Na ocasião, a assessoria jurídica da empresa apresentou um volume de documentos que levou a um ‘pedido de vista’ do processo, adiando então a audiência para o próximo dia 3 – para que a juíza responsável pelo caso tivesse mais tempo de analisar todo o material.

Em novembro, os jornalistas Felipe Melo, Cristiane Paiva, Amanda Aguiar e Adison Ferrera foram dispensados sem aviso prévio e sem justa causa, em clara retaliação por terem participado ativamente da greve do Diário do Pará e Diário Online, realizada em setembro. A demissão dos quatro se deu imediatamente após o fim da estabilidade firmada no acordo coletivo que assinalou o fim do movimento paredista.

De lá pra cá, o grupo RBA já demitiu oito jornalistas. O caso mais recente foi o da editora Yorranna Oliveira, dispensada na portaria da empresa no dia 8 de janeiro, quando chegava para cumprir mais um dia de trabalho. Como nas demissões anteriores, a jornalista foi submetida à assinatura dos documentos no balcão de recepção, em uma situação humilhante. Uma semana antes, no dia 3, as jornalistas Edmê Gomes (Diário) e Daniele Brabo (DOL) foram demitidas da mesma forma constrangedora.

Minimizando o caso, em entrevista ao Portal Imprensa, o diretor-geral do grupo afirmou que as demissões constituem uma decisão meramente administrativa e negou que tenham sido motivadas pelo sentimento de vingança. Camilo Centeno disse que estas são acusações “totalmente infundadas”. “O grupo tem mais de 800 pessoas, estamos falando de quatro demissões. O número é absurdamente ridículo, é mínimo. É uma rotina, a empresa faz os ajustes conforme a necessidade dela. São ex-funcionários que por algum motivo não interessavam mais à gerência, não entendo essa ideia de retaliação”, disse.

PERSEGUIÇÃO

A perseguição no grupo RBA começou muito antes das demissões dos jornalistas. Tão logo a greve foi anunciada, no dia 16 de setembro, o jornalista Leonardo Fernandes foi ilegalmente dispensado. O retorno dos grevistas ao trabalho foi marcado por mais retaliações. Todos os que aderiram ao movimento foram remanejados para outros turnos e editorias, em uma generalizada dança das cadeiras. Repórteres foram impedidos de assinar os próprios textos, ainda que eles rendessem manchetes de página ou de capa.

Demissões após uma greve não são naturais. A greve é um direito amparado pela Constituição Federal. A ação coletiva ajuizada contra a RBA pede a reintegração dos trabalhadores demitidos e indenização por danos morais.

SOBRE A GREVE

A greve dos jornalistas do Diário do Pará, Portal Diário Online e TV RBA, no final de setembro, durou uma semana. O acordo entre o Sinjor-PA e o Grupo RBA, que viabilizou o retorno ao trabalho, assegurou a elevação do piso salarial da categoria de R$ 1.000,00 para R$ 1.300,00 a partir do dia 1º de outubro e nova atualização para R$ 1.500,00 em abril de 2014. Assegurou, também, a estabilidade no emprego por 45 dias e o pagamento dos dias parados. Os grevistas também garantiram equipamentos de segurança, como coletes à prova de balas, para equipes que cobrem a editoria de polícia e distribuição de botas, capas e guarda-chuvas para todos os jornalistas da empresa.

DIA DE LUTA

A audiência na ação coletiva ajuizada pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará contra a Rede Brasil Amazônia de Comunicação ocorre nesta segunda-feira 3 de fevereiro, às 8h20, na 5ª Vara do Trabalho de Belém (travessa Dom Pedro I, 750, bairro do Umarizal – em frente à praça Brasil). Será um DIA DE LUTA. Use branco nas redações, assessorias de imprensa e faculdades de comunicação. Demonstre seu apoio à luta dos jornalistas que estão sendo demitidos do Grupo RBA de forma mesquinha e arbitrária. Quem puder, também está convidado a aparecer por lá. Os jornalistas estarão reunidos a partir das 8h. Diga não ao assédio moral e manifeste sua repulsa a todas as formas de retaliação, desrespeito e desvalorização dos jornalistas paraenses. Compartilhe essa ideia.

Lasanha de Pão de Forma

Posted in Culinária on 19/01/2014 by The Dude

Ingredientes:
1 pacote de pão de forma
1 lata de creme de leite
1 cebola
3 dentes de alho
500g de queijo mussarela
500g de presunto
1 molho de tomate

Modo de Preparo:
Em uma panela refoque com molho de tomate, cebola e o alho logo em seguida coloquem a lata de creme de leite, deixe no fogo até levantar a primeira fervura, apague o fogo e reserve.
Para montar é só retirar a casca do pão de forma e colocando uma camada de cada.
Leve ao forno por alguns minutos antes de servir, retirando assim que o queijo estiver derretido.

Sem Título

Posted in Crônicas on 24/12/2013 by The Dude

“Daisy faleceu em 22 dezembro de 1931, quando foi atropelada por um táxi amarelo em University Place. No momento da sua morte, ela estava farejando em frente a uma floricultura. Era um dia de chuva e o táxi derrapou ao longo do meio-fio – exatamente o tipo de excitação que a teria divertido, se ela estivesse a uma distância segura. Ela ainda vive em sua mãe, Jeannie, um irmão, Abner, seu pai, a quem ela nunca conheceu, e duas irmãs, a quem ela nunca gostou. Ela tinha três anos.

Daisy nasceu na West Street Eleventh em um armário de roupas, às duas horas de uma manhã de dezembro em 1928. Ela veio, assim como seus irmãos e irmãs, como uma surpresa ruim à sua mãe, que tinha, anteriormente, por vários dias olhado com suspeita para a baixa qualidade da caixa de roupa de cama que havia sido estabelecida para a chegada dos filhotes, e que tinha ido para as roupas do armário só porque ela achou engraçado e queria um lugar escuro e estranho para ficar. Daisy era o menor da ninhada de sete, e a mais estranha.

Sua vida foi cheia de incidentes, mas não de realizações. As pessoas que a conheciam apenas de longe, a consideravam uma cadela teimosa, mas ela tinha um pequeno círculo de amigos que viu através dela, todo o seu valor. No Hospital Speyer, onde ela costumava ir quando estava indisposta, era conhecida como “Whitey”, pois, um homem me disse, que ela também era negra. Durante toda sua vida, ela estava sujeita a pequenas variações de humor e seu sentimento sobre cavalos nos colocou uma dúvida sobre sua sanidade. Uma vez que ela enfiou a coleira e perseguiu um cavalo por três blocos no meio de um tráfego pesado, na crença de que era um agente eficaz lutando contra os equinos. Os motoristas, a vendo apenas nos momentos de delírio, invariavelmente, se inclinavam para fora de seus assentos e lhe mostravam a língua, zombando dela, transformando a si próprios em sujeitos mais ridículos, para o momento, do que a cadela Daisy.

Ela tinha uma natureza estoica e passou a última parte de sua vida como uma inválida, devido a uma lesão em sua perna direita. Como muitos inválidos, ela desenvolveu momentos de alegria bastante questionáveis​​, apesar de negar que tinha razão para todo seu rancor. Ela também desenvolveu, sem instrução ou encorajamento, um curioso hábito de se agarrar às pessoas firmemente pelo tornozelo sem mordê-las, um hábito que lhe deu uma imensa vantagem pessoal e lhe rendeu muitos inimigos. Tanto quanto eu sei, ela nunca quebrou o fio de uma meia, tão delicada era a sua força (como a de um retriever), mas seu ponto de vista era questionável e sua atitude foi para além de se explicar à pessoa cujo tornozelo estava em jogo. Para a minha própria diversão, muitas vezes eu tentei diagnosticar esse temperamento peculiar, e eu acho que entendi: ela sofria de uma perplexidade crônica, e a aliviava se agarrar em algo.

Ela foi presa uma vez, por Patrolman Porco. Gostava de praticamente tudo na vida, exceto automobilismo, uma exigência que ela se submetia em silêncio, sem alegria e sem náuseas. Ela nunca cresceu, e ela nunca se esforçou para descobrir, de forma conclusiva, as coisas que poderiam ter diminuído a sua curiosidade e estragado seu gosto. Morreu farejando vida, e gostando.”

E.B. White, a respeito de sua cachorrinha.

Macaroni Pie

Posted in Culinária on 19/11/2013 by The Dude

Ingredientes
– 250 g de macarrão tipo bucatini (com furinho). Pennette também serve
– 1 colher de sopa de manteiga
– 300 g de queijo cheddar ralado
– 1 ovo
– 1 xícara de leite
– 2 colheres (sopa) de cebola ralada
– 1 colher (chá) de molho inglês
– 1 pitada de pimenta branca
– 1 sal o quanto baste
– 1/2 colher (chá) de pimenta vermelha (caiena)

Cobertura
– 2 colheres (sopa) de pão ralado fino
– 2 colheres (chá) manteiga
– 2 colheres (sopa) de queijo cheddar ralado

Preparo
– Cozinhe o macarrão com um pouco de sal até ficar macio
– Escorra e volte para a mesma panela. Junte a manteiga
– Acrescente o cheddar ralado aos poucos
– Bata o ovo e adicione o leite, a cebola, a pimenta, o sal e a pimenta. Despeje o macarrão e misture
– Coloque em uma travessa untada, cubra com a manteiga, o queijo e o pão ralado da cobertura. Asse em forno a 180ºC por 30 a 45 minutos até ficar gratinado. Simples e divino.